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FAROLInstituto de Fluência Agêntica
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Como medimosPara quem quer o detalhe

Como o FAROL mede a fluência em IA.

Fluência agêntica é a capacidade de descrever um trabalho, entregá-lo a uma IA, acompanhar a execução e conferir o que voltou. É o que tentamos medir — e o que muda quando uma equipe aprende.

Dois instrumentosDuas coisas diferentes

O que as pessoas dizem, e o que elas fazem.

O diagnóstico · autodeclarado

  • Um questionário que a liderança e a equipe respondem
  • Mostra o que as pessoas dizem que fazem com IA, área por área
  • E onde a visão de quem dirige e a de quem executa não batem

O Raio-X · observado

  • Lê as conversas de cada pessoa com a IA, com a autorização dela
  • Mostra como ela de fato trabalha, em seis dimensões
  • Cada nota vem com a indicação de onde saiu
Por que contar não bastaO que aprendemos errando

Contar atividade mede a ferramenta, não a pessoa.

O nosso primeiro instrumento contava atividade. Em julho de 2026, rodado numa conta de teste de um parceiro de campo, deu a uma pessoa que começava a usar IA os números de um profissional. Quem produziu esses números foi a IA: um agente — uma IA que executa tarefas em vez de só responder — aciona ferramentas e cria arquivos a partir de qualquer pedido, até de um confuso.

A tentativa óbvia de conserto — procurar, nos pedidos, palavras de bom uso — inverteu o resultado. A pessoa que começava escreveu "faça um plano" em 41% dos pedidos; o autor do método, que planeja no desenho do trabalho, em 9%.

Medido em duas pessoas, uma delas o autor do método. É um exemplo, não uma estatística.

83ferramentas acionadas
12integrações
1.141arquivos criados pela IA

Por isso refizemos o método: hoje uma leitura com critérios escritos julga como cada pessoa conduz o trabalho, e cada nota precisa apontar o trecho que a sustenta.

A baseAbril de 2026

12modelos internacionais de maturidade e prontidão em IA

De onde o FAROL partiu.

O trabalho começou dentro de uma empresa de software, como um índice de maturidade. Antes de escrever uma pergunta, catalogamos os modelos que já existiam. Cada bloco é um deles; a altura é quantos degraus tem a régua — de uma pontuação contínua a nove níveis.

Quem fezOrigem

Consultorias, fornecedores, universidades e governo.

Três vêm de consultorias, três de fornecedores de tecnologia, quatro da academia e dois de governo. Toque num bloco para ver o modelo.

A reprodução7 de 12

7reproduzidos com fidelidade

Sete foram reproduzidos com fidelidade.

MIT CISR, Gartner, Deloitte, Cisco, Microsoft, Salesforce e NIST tinham descrição suficiente — níveis, dimensões e critérios — para serem reproduzidos antes de qualquer síntese. Os outros cinco ficaram como referência.

O que medemO achado

Sete medem a empresa. Nenhum olha como cada pessoa trabalha com a IA.

Os modelos medem a organização, o risco, a tecnologia ou o agente em produção. O único que olha a pessoa, o TRI, mede a atitude que ela declara diante da tecnologia. Foi daí que o FAROL trocou maturidade por fluência: passou a ler a prática de cada um.

Os doze modelos em tabela

Catálogo do FAROL de 7 de abril de 2026 (matriz de modelos), a partir dos documentos públicos de cada organização. "Níveis" é o número de estágios que o próprio modelo descreve; o NIST AI RMF tem quatro funções em vez de níveis, e o TRI dá uma pontuação contínua. Forrester/IBM entrou só por menção, sem texto que descrevesse os níveis.

Fluência, e não maturidade.

Um índice de maturidade descreve em que nível a empresa está num dado momento. Como a IA muda a cada poucos meses, uma posição medida envelhece depressa. O que acompanhamos é a prática e a sua evolução: o que as pessoas fazem com a IA e como isso muda com o tempo.

A base.

Os doze modelos do capítulo acima foram a base. Pouco depois de reproduzir os sete, trocamos a ideia de maturidade pela de fluência — e registramos por quê.

O uso de IA para trabalho, no Brasil.

No Brasil, 57% das conversas em contas individuais do Claude são de trabalho; no mundo, 43%. É um cálculo do FAROL sobre os dados públicos do Anthropic Economic Index, na janela de maio de 2026. A própria Anthropic registra o Brasil entre os países com maior participação de uso para trabalho, no relatório de janeiro de 2026.

Relatório de janeiro de 2026 do Anthropic Economic Index: anthropic.com/research/anthropic-economic-index-january-2026-report

Os limites.

  • A escala do Raio-X está em ajuste, com amostra pequena e juízes humanos.
  • A nota depende do modelo que faz a leitura; medimos essa variação.
  • Ainda não acompanhamos uma empresa inteira por vários ciclos.
  • Nada aqui é promessa de ganho de produtividade.
Contato

Conte o que a sua empresa quer resolver.

Quem responde é quem conduz o trabalho. A primeira conversa serve para ver se faz sentido e por onde começar.

  1. Você escreve pelo WhatsApp ou por e-mail.
  2. Marcamos uma conversa com quem conduz o trabalho, para ver se faz sentido e por onde começar.
  3. Se fizer, você recebe uma proposta por escrito — equipe, prazo, entrega e valor — antes de qualquer compromisso.