
Um relatório para cada pessoa. Um painel para o gestor. Um plano de ação para a empresa.
E o Raio-X instalado, para acompanhar a equipe sem ninguém parar para responder.
Cada pessoa recebe o seu. A diretoria recebe a devolutiva.
O relatório individual é um documento inteiro: o retrato, a comparação com quem já respondeu, as seis dimensões uma a uma (o que a pessoa respondeu, o exemplo que sustenta, forças, atenção, como evoluir), o dia a dia, o plano e como foi feito. Só a pessoa vê.
O relatório da diretoria segue o template do FAROL: onde a empresa está na onda, o maior salto agêntico agora, a direção dos próximos passos, as discrepâncias internas e a janela. Com o radar das seis dimensões e as figuras dentro do texto.


Exemplos com dados fictícios: a Orla Distribuidora (painel e relatórios) e a Mandacaru Embalagens (plano de ação) não existem.

Sete figuras. Cada uma diz o que é e por que vale.
Panorama, por área, seis dimensões, liderança × equipe, práticas, quem pode ensinar, evolução. Nenhuma nota individual: faixas e contagens, sempre.
Ligue "O que é cada parte?" e o painel explica cada bloco e o que fazer com ele.
Dez capítulos: os seis eixos um a um, prioridades com o porquê, ações por horizonte com tempo e custo.
Para cada eixo: o que o retrato mostra, por que importa, o que acontece se nada mudar, aonde chegar, o que fazer e como saber se funcionou, com a cena da maquete. O prazo sai do porte e da situação: de dois a seis ciclos de 30 dias.

Preparar
Os dados gerais da empresa, o contexto de cada processo na IA, quem nivela quem. O Raio-X instalado até a semana 2.
Praticar e ampliar
O processo roda com a IA, toda vez. Meia hora por semana com o multiplicador. Uma empresa de 18 pessoas faz isso em um ciclo; a Orla, em dois.
Medir
A próxima leitura. O painel compara; o que não se moveu vira o alvo seguinte.
Instale o Raio-X. A equipe segue sendo acompanhada sem parar para responder.
O diagnóstico é a foto do começo. O Raio-X lê a prática, nas conversas que cada pessoa já tem com a IA, e mostra a evolução de cada um, de cada área e da empresa.
Ninguém para para responder.
O Raio-X lê o trabalho que já acontece. Nenhum questionário depois do primeiro.
Baseado no que a pessoa faz.
Cada número aponta o trecho que o sustenta, não o que ela diz que faz.
Da pessoa, da área, da empresa.
Uma linha por leitura; para a empresa, em faixas. É o gráfico que a diretoria pergunta.
Relatórios e indicadores prontos.
Para mostrar aos superiores como a empresa está se desenvolvendo, leitura a leitura.
Boas práticas que fazem a empresa evoluir.
Verificação, contexto protegido e o que a IA errou registrado. Regras como habilitador, não como freio.
Você: como estou usando a IA nas propostas?
Raio-X: em 40 pedidos desde julho, 11 pediram o plano antes do texto. Nesses, uma rodada; nos outros, três. Próximo passo: um projeto com o contexto da Orla.
Você: onde o Comercial trava?
Raio-X: em Delegação e verificação: 8 de 34 delegam tarefas de vários passos. Duas pessoas já fazem; comece por elas.
Você: trabalha normalmente.
Treino: você repetiu o contexto da Orla pela terceira vez hoje. Quer que eu monte um projeto com ele? Da próxima vez, peça o plano antes do texto.
Conversas ilustrativas. As skills rodam na conta de Claude ou ChatGPT que a pessoa já tem.
Quer ver isto com os dados da sua empresa?
Comece pelo diagnóstico. A leitura da equipe inteira começa por um e-mail, respondido por quem conduz o trabalho.
- Você escreve pelo WhatsApp ou por e-mail.
- Marcamos uma conversa com quem conduz o trabalho, para ver se faz sentido e por onde começar.
- Se fizer, você recebe uma proposta por escrito: equipe, prazo, entrega e valor, antes de qualquer compromisso.